12 de dez de 2017

PINA – VAMOS VISITAR A PINACOTECA DE SAMPA?


VAMOS VISITAR A PINACOTECA DE SAMPA?




Aproveite o período de férias e faça uma visita a uns dos Museus mais charmosos de São Paulo.

Segue programação de exposições:

EXPOSIÇÃO – CAIO REISEWITZ: ALTAMIRA



A Mostra traz Oito fotografias de Caio Reisewitz, recentemente adquiridas pela Pinacoteca por meio de doação feita durante a SP-Arte 2016. Trata-se de uma série intitulada Altamira, em que o artista documenta a região da floresta de Belo Monte, delimitada pelo rio Xingú, que desaparecerá ao término da construção da terceira maior hidrelétrica do mundo na região. As fotografias mostram uma natureza intocada, onde a presença humana parece não existir, expondo o paradoxo de que em breve a floresta não estará mais lá.


EXPOSIÇÃO – DAVID CLAERBOUT: KING E THE PURE NECESSITY


A exposição traz duas videoinstalações do artista belga David Claerbout (Kortrijk, 1969) sob curadoria de Mariano Klautau. Embora pouco conhecido no Brasil, o artista tem exibido seus vídeos, filmes e fotografias em galerias e museus na Europa, EUA e Ásia, revelando um modo próprio de provocar a imaginação do espectador.
O trabalho de Claerbout se baseia na manipulação digital de imagens fotográficas, permitindo o surgimento de movimentos muito sutis. Projetadas em grandes dimensões, as obras promovem sensação de imersão do observador, colocando-o numa interface entre fotografia, cinema e pintura.

EXPOSIÇÃO – DORA LONGO BAHIA: OS DESASTRES DA GUERRA


Na exposição ‘Os desastres da guerra’, de Dora Longo Bahia, artista que trabalha a partir da apropriação de fotografias de guerra, faz uma releitura da obra homônima de Francisco Goya, realizada no século XIX. O conjunto de 80 pinturas em tinta acrílica sobre pergaminho reproduz imagens de conflitos ocorridos principalmente no século XX, como a I e II Guerras Mundiais, a Guerra Civil espanhola, a Guerra do Vietnã, do Afeganistão, entre outras. A obra foi incorporada ao acervo da Pinacoteca por meio de doação do Programa de Patronos da Arte Contemporânea.


EXPOSIÇÃO – DANIEL ACOSTA:  ROTORAMA – SISTEMA DE GIRORECIPROCIDADE


Uma plataforma redonda de madeira com nove metros de diâmetro e 32 centímetros de altura que vai girar muito lentamente ao redor do seu próprio eixo, desenvolvida por Daniel Acosta, é o próximo trabalho a ocupar o Octógono da Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A instalação, inspirada em um trabalho exposto pelo artista em 2008, é inédita e foi desenvolvida exclusivamente para este espaço.
Uma vez dentro da plataforma, as pessoas poderão ficar de pé, sentadas ou deitadas. São cerca de dez minutos até que a estrutura dê uma volta completa, velocidade tão lenta que pode causar no visitante a impressão de estar parado. Aos poucos, entende-se que não. A mostra tem curadoria de Valéria Piccoli, curadora-chefe da Pina, e patrocínio do Iguatemi São Paulo.
A obra quase desaparece, como um tapete, frente a verticalidade do espaço. Sem qualquer atrativo, além da possibilidade de “subir” na obra, a atenção se volta toda para o público. “São os visitantes que conferem volume ao trabalho. A proposta do Daniel não é criar uma peça para ser colocada no Octógono, mas um dispositivo para que o próprio público seja protagonista do trabalho. Além disso, há a surpresa, para quem olha de cima, de uma espécie de poema visual que se forma a partir de grafismos na plataforma”, explica Piccoli.
A proposta é criar uma condição de percepção especial que pode gerar ambiguidade e certa perda das referências. “Algo bem parecido com o que acontece quando lavamos o carro naquelas máquinas com escovas giratórias do posto de gasolina. Estamos parados, mas sentimos como se estivéssemos em movimento. Acontece também quando você está na rodoviária sentado dentro do ônibus e o ônibus do lado sai. Uma experiência muito curiosa”, explica Daniel Acosta.

 EXPOSIÇÃO – NO SUBÚRBIO DA MODERNIDADE – DI CAVALCANTI 120 ANOS

Um dos mais importantes artistas do modernismo brasileiro, Emiliano Di Cavalcanti é tema da mostra retrospectiva na Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. “No subúrbio da modernidade – Di Cavalcanti 120 anos” entra em cartaz a partir de 2 de setembro de 2017, mês em que se comemora 120 anos do nascimento do artista. Entre pinturas, desenhos e ilustrações, serão exibidas mais de 200 obras, realizadas ao longo de quase seis décadas de carreira e que hoje pertencem a algumas das mais importantes coleções públicas e particulares do Brasil e de outros países da América Latina, como Uruguai e Argentina.
Sob a curadoria de José Augusto Ribeiro. Segundo o pesquisador, a exposição pretende investigar como o artista desenvolve e tenta fixar uma ideia de “arte moderna e brasileira”, além de chamar a atenção para a condição e o sentimento de atraso do Brasil em relação à modernidade europeia no começo do século XX. “Ao mesmo tempo, o título se refere aos lugares que o artista costumava figurar nas suas pinturas e desenhos: os bordeis, os bares, a zona portuária, o mangue, os morros cariocas, as rodas de samba e as festas populares – lugares e situações que, na obra do Di, são representados como espaços de prazer e descanso”, explica Ribeiro.
Além da atuação pública de Di Cavalcanti como pintor, a mostra destaca também aspectos menos conhecidos de sua trajetória, como as ilustrações e charges para revistas, livros e até mesmo capas de discos. Também será abordada sua condição de mobilizador cultural e correligionário do Partido Comunista do Brasil (PCB). “Esse engajamento reforça o desejo de transformar o movimento moderno em uma espécie de projeto nacional”, completa Ribeiro.
A Pinacoteca prepara um catálogo que reunirá três ensaios inéditos escritos pelos autores José Augusto Ribeiro, curador da mostra, Rafael Cardoso, historiador da arte e do design e Ana Belluzzo, professora e crítica de arte. O livro trará ainda reproduções das obras apresentadas, uma ampla cronologia ilustrada e um compilado de textos já publicados sobre a trajetória do artista. A exposição tem patrocínio de Banco Bradesco, Sabesp, Ultra, Escritório Mattos Filho e Alexandre Birman.

EXPOSIÇÃO – ARTE NO BRASIL: VANGUARDA BRASILEIRA DOS ANOS 1960



A exposição ‘Arte no Brasil: Uma história na Pinacoteca de São Paulo. Vanguarda brasileira dos anos 1960 – Coleção Roger Wright’, um recorte de 80 obras realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil pelos artistas mais representativos da nova figuração, do teor político e da explosão colorida do pop, como Wesley Duke Lee, Claudio Tozzi, Antonio Dias, Cildo Meireles, Nelson Leirner, Raymundo Colares, Rubens Gerchman, Carlos Zilio, entre outros.
A mostra de longa duração celebra o comodato de 178 obras estabelecido em março de 2015 entre a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, a Pinacoteca e a Associação Cultural Goivos, responsável pela Coleção Roger Wright.

EXPOSIÇÃO – ARTE NO BRASIL: UMA HISTÓRIA NA PINACOTECA DE SÃO PAULO. GALERIA JOSÉ E PAULINA NEMIROVSKY – ARTE MODERMA





A Exposição “Galeria José e Paulina Nemirovsky – Arte moderna”. Uma reorganização e uma ampliação da mostra sobre o Modernismo, que ficou em cartaz por quatro anos na Estação Pinacoteca e agora ocupa as cinco salas no primeiro andar do edifício da Luz.
Reunindo uma seleção de mais de 100 peças dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright, a mostra faz a conexão entre a exposição do segundo andar “Arte no Brasil: Uma história na Pinacoteca de São Paulo” e a exposição “Vanguarda brasileira dos anos 1960 – Coleção Roger Wright”, aberta recentemente. Com isso, a Pina passa a ser o único museu de São Paulo que com 700 obras, distribuídas em 2mil metros quadrados, contam a História da Arte no Brasil do período colonial até os anos 1970.
A mostra que será inaugurada no primeiro andar, enfoca importantes momentos do período moderno no Brasil: as inovações formais do primeiro Modernismo (de Tarsila e Lasar Segall), a preocupação com questões sociais que marca a obra de Portinari e Di Cavalcanti, o interesse pelos artistas autodidatas ou treinados fora das academias de arte (como Volpi, Pancetti e José Antonio da Silva), a emergência da abstração lírica e geométrica. Nesta reorganização, a exposição abarca também obras do período Concreto e Neoconcreto, finalizando com uma seleção de peças ligadas às correntes mais líricas do abstracionismo.
“Essa é uma exposição única e especial, que percorre grande parte do cenário histórico-cultural brasileiro do século XX. Sem contar que ampliamos de 49 para 110 obras essa mostra, todas emblemáticas e de reconhecimento internacional. Estamos muito satisfeitos de oferecer esse panorama da arte brasileira para os visitantes do museu”, disse a curadora Valéria Piccoli.
José e Paulina Nemirovsky reuniram ao longo de anos uma das mais relevantes coleções de arte moderna brasileira, da qual fazem parte obras icônicas do século XX, como a célebre Antropofagia de Tarsila do Amaral. O comodato com a Pinacoteca foi firmado em 2004 pelos colecionadores, que buscaram se associar a uma instituição pública com o intuito de dar maior visibilidade a esse importante patrimônio artístico. Em homenagem ao casal, o conjunto de salas onde ficará exposta a mostra passa a se chamar “Galeria José e Paulina Nemirovsky” e será usado para esta exposição de longa duração.


EXPOSIÇÃO – ARTE NO BRASIL: UMA HISTÓRIA NA PINACOTECA DE SÃO PAULO


A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição de longa duração Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca São Paulo, que ocupa todo o segundo andar do edifício da Avenida Tiradentes com obras do seu acervo, e marca uma nova e destacada etapa no centenário percurso da Pinacoteca do Estado que integra a rede de museus da Secretaria de Estado da Cultura. Ela sucede a mostra que foi aberta em 1998, no mesmo espaço, ao final do restauro do edifício, e que permaneceu em cartaz até dezembro de 2010, cumprindo um papel fundamental no fortalecimento da instituição.
O objetivo central desta mostra é oferecer ao público uma leitura da formação da visualidade artística e da constituição de um sistema de arte no Brasil do período colonial até meados dos anos 1930, centrada nas obras que compõem o acervo do museu. “Obedecendo a uma ordem cronológica, a exposição se articula a partir de dois eixos temáticos, essenciais na constituição e compreensão do desenvolvimento das práticas artísticas no país. De um lado, a formação de um imaginário visual sobre o Brasil – o conjunto de imagens sobre ele, suas relações e sentidos que produzem. De outro, a formação de um sistema de arte no país – ensino, produção, mercado, crítica e museus – iniciado com a vinda da Missão Artística Francesa, a criação da Academia Imperial de Belas Artes e do programa de pensionato artístico. O percurso das salas apresenta os desdobramentos desta história, seus personagens e realizações…”, afirma Ivo Mesquita, curador chefe da Pinacoteca do Estado. Na perspectiva da missão institucional, visa igualmente proporcionar aos visitantes uma experiência qualificada de relação com as obras expostas, por meio de uma série de propostas educativas que busca explorar múltiplos conteúdos de leitura, bem como sugerir relações com o edifício e suas memórias.

EXPOSIÇÃO – GALERIA TÁTIL DE ESCULTURAS BRASILEIRAS



A Pinacoteca apresenta exposição com 12 esculturas táteis, em bronze, que fazem parte do acervo do museu. A seleção das obras foi realizada considerando a indicação do público com deficiências visuais que participou de visitas orientadas ao acervo do museu nos últimos cinco anos. Além disso, dimensão, forma, textura e diversidade estética, que facilitam a compreensão e apreciação artística dessas obras ao serem tocadas, foram outros critérios adotados para a escolha das esculturas.
Com esta iniciativa, o público com deficiências visuais poderá explorar e reconhecer, por meio do toque, todas as obras da Galeria Tátil, apresentadas segundo um criterioso padrão de acessibilidade e complementadas por outros recursos de apoio, como folder e catálogo em dupla leitura (tinta e Braille), além de áudio-guia elaborado especialmente para o público alvo participante desta exposição. Entre os artistas selecionados para a mostra estão Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Amilcar de Castro, entre outros. A disponibilidade destes materiais pode ser consultada na recepção do museu.
O percurso de visitação é orientado por um piso tátil, que permite e indica um caminho para a exploração das obras que se encontram nesta galeria. Esta é mais uma ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE), voltado para garantir a possibilidade de fruição da arte para pessoas com necessidades especiais – sensoriais, físicas ou mentais.
Esta ação do Programa Educativo para Públicos Especiais (PEPE) está inserida dentro do Museu para Todos, um projeto pioneiro realizado pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado em parceria com o Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, com o objetivo de formar uma sociedade mais inclusiva e garantir o direito ao acesso às artes e ao patrimônio do Estado.

Pinacoteca do Estado de São Paulo

Horário(s) Terça a domingo, 10h às 18h.

Endereço: Praça da Luz, 2, Centro São Paulo/SP – Brasil CEP: 01120-010
Telefone (11) 3324-1000


Site: http://pinacoteca.org.br/

viva a arte


██ M A S P ██ Doe seu imposto e adote uma obra

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██ viva a arte ██ 

11 de dez de 2017

A Arte de Fiona Tang

A Arte de Fiona Tang


Fiona Tang e uma artista canadense que impressiona com suas obras em 3D. 
Seus desenhos parecem saltar da parede em incríveis murais.
 
Fiona explica seu trabalho dizendo: 
 
"Eu amo esboçar, até o ponto em que eu vou me pegar 
olhando meus arredores como esboços. 
A arte não é apenas minha paixão, 
mas também a minha saída e terapia; 
ela sempre consegue me animar."

Para conhecer mais sobre o artista, visite o site:
http://fiona-tang.tumblr.com/







viva a arte

██ M A S P ██ Repertório Natalino | 19.12

██ M A S P ██

Repertório Natalino




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8 de dez de 2017

MCB - CONVITE: Lançamento do livro Brasil Faz Design: criatividade brasileira no cenário internacional

CONVITE: Lançamento do livro Brasil Faz Design: criatividade brasileira no cenário internacional


viva a arte

A Arte da Africana Jane Alexander

A Arte da Africana 

Jane Alexander

Artista referência na cena contemporânea da África do Sul, Jane Alexander faz esculturas e instalações imersivas que lidam com questões universais como a desigualdade, opressão e obsessão por segurança. Conhecida por suas esculturas figurativas, muitas vezes aparecendo em quadros e instalações, e para suas fotomontagens.

Jane Alexander nasceu em Johannesburg, África do Sul em 1959, e atualmente mora e trabalha em Cape Town, onde também ensina na Michaelis School of Fine Art, Universidade de Cape Town.

Desde a sua criação no início da década de 1980, enquanto a África do Sul ainda estava sob o domínio do regime do apartheid, a prática artística de Alexandre foi profundamente sensível às questões sociopolíticas como parte de seu interesse e observação do comportamento humano e de outros animais dentro e além seu próprio ambiente social. Ou seja, suas preocupações não se referem tanto a questões, ambições e conflitos em torno do poder político convencional quanto à deriva quase sempre frequente de todas as variedades de relações de poder que se consolidam em estruturas permanentes e rotinas regulares de autoridade e controle, muitas vezes instrumental na opressão e abuso.

Para Jane Alexander, as condições e os fenômenos sociais, mesmo quando ocorrem em escala global, e os processos individuais, mesmo quando estritamente subjetivos, não são considerados e elaborados como independentes uns dos outros, mas investigados e expressos como duas realidades inseparáveis ​​estreitamente interdependentes ou, melhor , como uma realidade única com duas facetas. Em outras palavras, suas obras de arte exploram simultaneamente a fenomenologia social e individual da existência e do comportamento humano, bem como seus componentes "racionais" e não tão "racionais".

A este respeito, seus "meios humanos" - emprestar o neologismo adequado de Julie McGee - [1], encarnam e podem nos levar a considerar as fronteiras porosas entre os seres humanos e outras formas de vida animal.

Nesta medida, todo o trabalho de Alexander trata da nossa hibridação e mutabilidade inerentes, com os múltiplos "outros" que nos habitam por trás dos personagens convencionais que nos personificamos sucessivamente em nossa vida cotidiana. O resultado é um trabalho multifacetado e aberto que desafia a categorização, diferentes obras de arte do artista destacando diferentes dimensões entre as múltiplas e muitas vezes conflitantes motivações e relações que convergem no comportamento humano e na vida social.

Tendo criado as expressões artísticas mais poderosas dos males do apartheid - principalmente os Butcher Boys (1985-86) durante um Estado de Emergência - na virada do milênio, quando a África do Sul se reinventou como um direito multicultural e igualitário democracia, Alexander mudou seu foco para a tradução (ou falta dela) nas condições de vida cotidianas das profundas mudanças políticas que o país estava passando. Ao mesmo tempo, ela estendeu seu campo de referências a situações e processos que, mesmo que ainda sejam fundamentados em realidades e observações locais, desbordem claramente as fronteiras nacionais. A resiliência dos preconceitos e formas de discriminação baseados na raça; a reprodução das formas neo-colonialistas de dominação; A obsessão cada vez maior de segurança e a proliferação paralela global de fronteiras fortificadas e sistemas de vigilância são alguns dos temas dominantes do recente trabalho de Alexandre.

No entanto, como no período do apartheid, a abordagem de Alexandre a esses fenômenos problemáticos continuou a ser semelhante à de um topógrafo sem julgamento que mapeia as forças, os interesses, as paixões e os efeitos em jogo nas relações e trocas humanas. Ao fazê-lo, suas obras transcendem sua localidade para mostrar que a existência cotidiana está sendo rasgada em todos os lugares entre as construções retóricas que defendem uma vida pacífica e decorosa e a capacidade humana incontrolável de conflitos e violência. Na sua busca, no entanto, o artista não se entrega a um fascínio mórbido pelo lado obscuro de ser humano, mas reconhece nosso enorme potencial de resiliência, agência e dignidade diante da adversidade e privação, bem como do medo e da vulnerabilidade de indivíduos em posições de poder e comando.

1.      Julie McGee, "Canons Apart and Apartheid Canons: Interpellations Beyond the Colonial in South African Art", in Anna Brzyski, ed., Partisan Canons (Durham, NC, and London: Duke University Press, 2007)










Viva a arte

A Arte do Britânico Stephen Wiltshire

A Arte do Britânico 

Stephen Wiltshire


Photo: Stephen Wiltshire - Disponível em: http://www.stephenwiltshire.co.uk/gallery.aspx
O Britânico Stephen Wiltshire é um artista extraordinário que desenha e pinta lindas paisagens urbanas com detalhes de impressionar. Ele tem um talento particular para desenhar representações reais e precisas das cidades, às vezes depois de ter observado apenas brevemente. Seu trabalho é conhecido em todo o mundo, e é mantido em uma série de coleções importantes.

Stephen Wiltshire nasceu em Londres no dia 24 abril de 1974 e foi diagnosticado autista com 3 anos de idade.  Ele não tinha nenhuma linguagem e viveu inteiramente em seu próprio mundo.

Aos 5 anos, Stephen Wiltshire foi enviado para Queensmill School em Londres, onde foi constatado que o único passatempo que ele gostava era o mundo dos desenhos. Logo se tornou evidente que ele se comunicava com o mundo através de suas artes, que já mostravam que ele tinha um talento natural. Aos 8 anos, ele começou a desenhar paisagens. Também se tornou obcecado com ilustrações de clássicos carros americanos. Ele aprendeu a falar completamente aos 9 anos e sua primeira palavra foi “papel”.

Stephen Wiltshire ficou conhecido mundialmente pela sua superação e seu talento. Em 2001, ele participou de um documentário da BBC chamado de “Fragments of Genius” pela qual foi filmado sobrevoando Londres a bordo de um helicóptero para depois reproduzir seu desenhos, todos de memoria, na qual havia visto. Seus Desenhos incluíram 12 monumentos e 200 outras estruturas. Todos em escala e cheio de detalhes. Em 2005 ele sobrevoou Tóquio, onde ele desenhou uma vista panorâmica detalhada da cidade em uma tela de 10 metros de comprimento.


Em 2006, Stephen foi nomeado pela Rainha Elizabeth II como membro da Ordem do Império Britânico, em reconhecimento por seus serviços ao mundo da arte. No mesmo ano ele abriu sua galeria de Artes de Londres.







Site do Artista: http://www.stephenwiltshire.co.uk/gallery.aspx

Fotos: Sem identificação dos autores. 



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